Sonhos, reflexões e um ano que passou...

Termina hoje mais um ano e agradeço aos leitores que visitam este espaço pela amizade, pela troca de idéias, pela presença.
Esperanças e sonhos.
Hoje é dia de relembrar de tudo, de sentir satisfação pelo que foi realizado e de fazer um exame daquilo que ainda não conseguimos.
Tanto o que foi conseguido nos leva a ir em frente como o que ainda não conseguimos nos anima também a continuar trilhando o caminho de uma realização.
A todos os amigos e leitores desejo um 2009 com muitas alegrias, onde suas esperanças sejam uma conquista e seus melhores sonhos se tornem realidade.
Vellker - 31.12.08 - voltar para A_ÍNDICE GERAL 4
Cidadãos brasileiros, os miseráveis...
Numa das grandes obras de Victor Hugo, “Os Miseráveis” vemos retratado em sua obra o estado de calamidade a que havia sido reduzida a população da França do ano de 1830, sofrendo sob o jugo de um poder político e judiciário cruel, poderes na época tomados pelo modo de agir de tempos antigos. Uma nova revolução se fez necessária e os injustiçados alcançaram um novo patamar de justiça para todos.
Deixo aqui mais um comentário escrito no saite do Consulto Jurídico, sobre um artigo escrito também pelo advogado Ives Gandra da Silva Martins, intitulado “Justiça seja feita” onde como advogado, reconhece que exceto direitos políticos, o regime militar deu mais garantias ao cidadão. Foi uma época truculenta, mas nem de longe se compara ao que vivemos hoje.
Pior ainda, no retorno dos exilados políticos em 1979, havia no ar a esperança de uma fraternidade política, de um aprimoramento da nação e do povo brasileiro.
Fomos enganados.
Afora as pouquíssimas e honrosas exceções de sempre, os exilados, então anistiados em 1979 e contando com a confiança da população, cedo trataram de se unir em conchavos e acertos políticos com a única finalidade de alcançarem o poder, prestígio e fortunas pessoais. Em 9 anos se uniram em torno de uma assembléia constituinte, mais corretamente chamada de assembléia prostituinte, onde trataram de alicerçar sua impunidade para crimes a serem cometidos no poder sob o pomposo nome de prerrogativas. Leis para garantir a impunidade, que disseminadas pelos três poderes, mais do que nunca ao longo desses 19 anos os tornaram no Brasil um sólido refúgio para criminosos. Há como sempre as exceções nesse meio, mas que se tornam a cada dia mais impotentes para protegerem o povo e a nação brasileira.
Segue abaixo o comentário que deixei, com as partes que julgo mais merecedoras de reflexão realçadas em vermelho:
”Decididamente, olhando com frieza, não há mais solução pacífica para as contradições sociais do Brasil. É a análise correta que podemos fazer de tudo o que vivemos desde que o ciclo militar terminou em 1985 e os civis assumiram o poder, com as promessas de redenção social, aclamadas pela população que com toda a esperança acreditava neles.
Todos nós fomos traídos por esse grupo de exilados, que retornando do exterior, se puseram a ocupar confortavelmente postos administrativos e políticos em proveito próprio, traduzidos em poder político, exercido de forma que nada fica a dever ao modo de agir dos coronéis da República Velha, desmontada por Getúlio Vargas em 1930. Na esteira desse modo de agir, trataram de angariar o poder financeiro, resultante dos postos de comando preenchidos por amigos e cúmplices, notadamente membros da imprensa brasileira, uma das mais vendidas do mundo. Os antigos coronéis tinham jagunços armados com Winchesters .44, os modernos coronéis do regime civil tem seus jagunços eletrônicos armados com redações de jornais e estúdios de televisão. Foi tudo o que se viu durante esse período de 22 anos de governo civil.
Os militares que se retiraram do poder viveram suas vidas com as aposentadorias do trabalho que exerceram. O falecido presidente Médici até teve dificuldades no fim da vida para pagar seu tratamento de saúde. Geisel deixou um relato do que viveu na presidência, onde fala de ícones da política brasileira, que diziam estar a favor do povo, mas que faziam os conchavos que mais lhes dessem vantagens. O presidente Figueiredo não deixou nenhum relato, mas certa vez, entrevistado sobre o que vivera na presidência, disse em tom de desabafo: "O Brasil? Só tocando fogo em tudo e começando de novo!". Enquanto isso, na década de 80 e 90 vimos os antigos exilados que tinham voltado sem um tostão no bolso já donos de jornais e propriedades milionárias. Sem falar na indústria de indenizações, com leis e regulamentos criados por eles próprios.
Por meados de dezembro passado escrevia isso para um amigo, sobre a falta de perspectivas para uma solução pacífica para nossos problemas. No outro dia saia a notícia de 7 mortos num ônibus incendiado no Rio de Janeiro. Sim, o regime militar foi impiedoso e em muitas coisas agiu com truculência desnecessária. Mas procuramos os noticiários daquela época e não encontramos nada semelhante à chacina de Vigário Geral, de Nova Iguaçú, dos ataques do PCC, dos últimos ônibus incendiados e das dezenas de cidadãos fuzilados no meio da rua.
Hoje somos exilados jurídicos em nosso próprio país enquanto os antigos fugitivos do regime militar cometem delitos tranqüilamente protegidos pelo foro privilegiado. Os antigos acusadores do regime militar são os mesmos que se reúnem no congresso para votarem leis de privilégios e injustiças.Somos abandonados ao assalto do banditismo armado que é muito, muito pior do que os antigos grupos de repressão política que seqüestravam apenas os chamados subversivos. Hoje esses grupos incendeiam ônibus, metralham sobreviventes, seqüestram e extorquem suas vítimas, para muitas vezes o seqüestrado ir parar numa das 200 ossadas já encontradas nos morros do Rio de Janeiro. No regime militar acontecia isso? Pelo menos o seqüestrado naquela época tinha boas chances de parar na frente de um tribunal militar e tentar se defender.
Pior ainda, os exilados que retornaram prometendo o primado do social, cedo se aliaram ao capital, retalhando e vendendo a nação brasileira a grupos estrangeiros. Atitude bem diferente de quando gritavam e bradavam que os militares eram entreguistas. Podemos concluir que na verdade essa gente nunca foi pelo social, pelo povo ou pela justiça. Eram antes partidários do capital, da sociedade anônima e da injustiça. O único detalhe é que gritavam chavões comunistas e brandiam bandeiras vermelhas em 1964. Então ficaram sem ter para onde ir de uma hora para outra. Tudo o que faziam era teatro: era um charme impressionar as garotas da faculdade com pose de esquerdistas enquanto tentavam entrar no Country Club.
Essa é a triste verdade de tudo o que vivemos e de tudo o que sofremos hoje. A conclusão fria é de que somente começaremos a arrumar esse Brasil com um segundo Getúlio Vargas e um segundo Estado Novo. Porque o estado que temos hoje, não é nem velho nem novo. É somente lamentável.”
Nos últimos acontecimentos de descobertas da Polícia Federal, na Operação Navalha, depois do habitual desfile de acusados sendo liberados e autoridades dizendo que de nada sabem e tudo ignoram, apesar das conversas que mantinham com o principal acusado, dono da construtora Gautama, assistimos no noticiário de ontem, 23.05.07 as reportagens sobre as mortes seguidas de bebês em hospitais públicos, onde os enfermeiros mostram a absoluta falta de condições de trabalho, devido a falta de verbas e equipamentos. Enquanto isso sabemos que essa construtora recebeu em licitações forjadas mais de 100 milhões de reais. São tempos em que o rei Herodes da Bíblia, que ordenou o assassinato de bebês, se voltasse a viver não quereria mais ser rei e sim dono de construtora. Construiria seu palácio com mais facilidade e com verbas federais.
Se junto com o rei Herodes, Victor Hugo voltasse da morte para viver no Brasil de hoje, vendo tudo isso, vendo a situação da população, ele não reescreveria “Os Miseráveis”. Entristecido, só caminharia pelas ruas com lágrimas nos olhos.
Matéria a verificar:
Justiça seja feita
Republicação do texto original de 24.05.07
Vellker – 28.12.08 – voltar para A_ÍNDICE GERAL 4
A04_ÍNDICE GERAL 4
Observação: Com as recentes mudanças no provedor, algumas funções que davam erro agora funcionam, então foi possível postar o 4o. índice, que há tempos eu vinha tentando. Se bem que outros botões "se revoltaram". O índice tem a finalidade de auxiliar a navegação de leitor pelos textos, escolhendo qual ele deseja ver, do primeiro ao último.
Quarto índice geral dos artigos - clique nos linques para acessar
D_DIVERSAS
D37_Uma mudança - Mas continuamos aqui mesmo assim...
D36_Dia de mudança - Mudança do bilogue...
D35_Um Feliz Ano novo a todos - Fim de ano...
D34_A guerra dos botões - Quando o programa adquire vida...
D33_Alguns problemas - As mudanças de algumas funções...
D32_Outros biloguistas - Afinal, escrever assim é bom...
D31_Amigos biloguistas - Mais colegas que também escrevem...
J_JUDICIÁRIO
J16_Os miseráveis - Vitor Hugo choraria no Brasil de hoje...
P_POLÍTICA
P100_Um longo caminho - De Lincoln até Obama...
P99_O que é isso companheiro - Passagens aéreas e ministros...
P98_Os deuses vencidos - Nem sempre as armas garantem...
P97_O aprendiz - Alunos de hoje da velha escola...
P96_O labirinto - Alguns chamam de país, de vitória...
P95_A velha escola - Com matrículas sempre abertas...
P94_Uma guerra distante - Dia dos Pais no Líbano...
P93_Os miseráveis - Texto republicado sobre o que vivemos hoje...
P92_Ali Babá e os muitos ladrões - Nossa política de hoje...
P91_O inocente - A memória de Jean Charles...
P90_Vale o quanto pesa? - Um ministro de call-center...
P89_Independence Day, Jour...? - Fale outra língua...
P88_Cartas Políticas - De como é essencial falar sobre isso...
P87_A mercearia - Onde ideologias são vendidas por quilo...
P86_Tempestades e mudanças - Por enquanto, assim vamos...
P85_Estender as mãos - Assim somos humanos...
P84_Retomar nossa grandeza - Não devemos hesitar...
P83_Exemplos do mundo - De como outros nos ensinam...
P82_Mudanças radicais são melhores - No nosso caso...
P81_Pornografia política é crime - E no Brasil o crime prolifera...
P80_O veterano - Um veterano de corpo e alma...
P79_Uma história americana - Barack Obama é eleito...
P78_Tempo de mudanças - A América muda mesmo...
P77_Dia de lembranças - Nunca esquecer...
P76_O passado condena - Como um fantasma num corredor...
P75_Máscara caída - Nem sempre o Botox funciona...
P74_Dona Marta escorrega - De bicicleta e salto alto...
P73_Irmãos de sangue - Piscina de político é isso aí...
P72_Fábulas e eleições - Homenagem a um animal...
P71_Um personagem - Paul Newman, um cowboy verdadeiro...
P70_O túnel - Canibais de gravata em carros de luxo...
P69_Juramentos e deveres - O dia em que pensei muito nisso...
P68_Personagens da vida - Os que dão a vida pelos outros...
P67_Jardim dos eleitores - Eleições e tiroteios...
P66_Carta ao velho amigo - Idéias entre amigos...
P65_Tempo de mudanças - Devemos mudar sim...
P64_Ideologias em formação - Moldamos nosso pensamento...
P63_Amigos e opiniões - Escrever os pensamentos...
P62_A esperança está morta - De como a esperança morre...
P61_Embaixo da mesa - Na hora de correr das lembranças...
P60_Médicos e cobaias - E Mengele decidiu ficar por aqui...
P59_A sala de troféus - Cacciola sabe que é temporário...
P58_Sentimentos e textos - Escrevam e sempre com emoção...
P57_Soldados, presos, politicos - E muita coisa era mentira...
P56_Você paga e fica quieto - E no Brasil não é assim...?
P55_Telefonar? É melhor fugir - Jornalistas e milícias do crime...
R_REFLEXÕES
R43_Caminhando e cantando - Canções de ontem e hoje...
R42_Filmes da vida - A vida, filmes e coisas que acontecem...
R41_Nação da alvorada - Destino de um povo e de uma nação...
R40_Não morrer em silêncio - Das virtudes da revolta...
Vellker - 26.12.08 - voltar para A_ÍNDICE GERAL 3
Os botões e um internauta...

Há um filme muito interessante chamado "A guerra dos botões" onde um grupo de crianças de uma aldeia na França se divide em dois grupos e declaram guerra um ao outro. Armados de espadas de madeira e chapéus de papel, partem para uma inofensiva luta onde todos terminam bem e depois de fazerem as pazes encaram as mães em casa, dando explicações sobre os "ferimentos" de guerra, no caso os vários botões arrancados das roupas. Que falta pode fazer um botão.
Por esses dias tem sido esse meu problema. Peço desculpas aos amigos que por aqui passam para uma leitura. Com o incentivo do amigo César, comecei a atualizar os textos toda semana. E justo aí o provedor Terra decidiu mudar o sistema de hospedagem dos bilogues.
Nada contra, uma mudança por vezes é ncecessária, mas como sempre traz alguns problemas. Com as mudanças, parece que subitamente os botões que uso para fazer a edição, postagem e coisas diversas adquiriram vida própria e por assim dizer, talvez pela visão política dos textos empenharam-se em uma pequena revolução. É como se dissessem "Hay gobierno, soy contra...".

O certo é que tendo postado este texto hoje de manhã, só agora consigo acessar ou melhor, reacessar o bilogue. Assim, é surpreendente clicar sobre o botão "Editar" e ser levado novamente à tela de entrada. Ou clicar sobre o botão "Novo post" e ver que nada acontece. O botão "Atualizar" decide agora sumir com metade do que escrevo. Enfim, seja como for, agora de tarde e talvez cansados os botões decidiram dar uma pausa na pequena guerra que por sinal deixa a todos ilesos. Melhor assim, pois podendo editar o texto, os leitores podem ter um momento de leitura tranqülia.

Tarde quente, vejo as pessoas chegando com os presentes embrulhados, surpresa para os filhos e pessoas da família e por hoje, no espírito do Natal e aproveitando a trégua dos botões, imagino os amigos leitores também trazendo contentes os pacotes de presentes, cuidando para que seus filhos não os vejam ainda hoje.
Que seja uma festa cheia de felicidade, uma noite onde vejam seus filhos se deitarem cheios de expectativa pela visita do Papai Noel e que no outro dia estejam todos com os olhos brilhando de alegria ao abrirem suas caixas de presentes.
Assim, também me preparando para esta festa tão próxima, desejo a todos os amigos leitores e seus familiares um Feliz Natal.
Vellker - 23.12.08 - voltar para A_ÍNDICE GERAL 3
Afinal, depois de tanto tempo...
Há muito tempo atrás, coisa de mil anos, alguém escreveu o conto chamado Ali Babá e os 40 ladrões. Nele são contadas as peripécias de um lenhador que sem querer encontra o tesouro dos 40 ladrões. Depois de aprender como entrar no esconderijo e viver algumas aventuras, termina ele com o tesouro feliz para sempre e os 40 ladrões terminam mortos.
Passado todo esse tempo e fazendo uma contagem do número original de 40 ladrões e baseando-se na inflação dos dias atuais, o antigo grupo de ladrões deve ter subido para uns 7000 mais ou menos.
Pois é precisamente esse grupo que foi presenteado com mais um tesouro às custas do povo brasileiro, com a criação pelo senado (é com letra minúscula mesmo) de 7000 vagas para vereadores no Brasil todo, o que é na verdade mais um grupo de seguidores dos 40 ladrões, seus patronos da antigüidade, só que enquanto os 40 lutavam contra todos os perigos da profissão, esses modernos se auto-concedem generosos aumentos, ficam a debater filosoficamente se uma rua deve ter o nome da progenitora do município ou do presidente da quadrilha, digo da câmara, votam leis de aposentadoria para eles mesmos e no mais comparecem 4 vezes por mês ao que chamam de trabalho.
Fazendo uma comparação, os antigos ladrões ao chegarem no esconderijo do tesouro diziam:
- Abre-te Sésamo - e lá se abria a porta do tesouro.
Os atuais seguidores do pequeno grupo dos 40 ladrões, acorrem em peso nas galerias do senado e em coro dizem:
- Abre-te congresso - e dá na mesma, é só dinheiro.
Na atual situação do povo brasileiro, abandonado na porta dos hospitais públicos, largado nas filas dos institutos de previdência, sem educação nas escolas sucateadas e tudo isso com a eterna desculpa de falta de verbas, de onde então sairão as verbas para pagarem mais 7000 inúteis vereadores, um nome moderno que se dá aos seguidores da escola fundada pelos antigos 40 ladrões?
Por enquanto a emenda constitucional votada pelos senadores foi barrada pelos deputados, mas isso é mais uma situação semelhante à briga de ladrões que na hora de repartirem o roubo, começam a discutir de armas na cinta, com o dinheiro sobre a mesa enquanto um diz que merece mais, outro também acha isso e um terceiro acha que tudo é dele. Algumas vezes se entendem, em outras trocam tiros. Apesar do pomposo nome de senado e câmara dos deputados, a situação é bem essa.
Quanto à tão falada constituição cidadã, que na verdade era só um jogo de cena e uma espécie de anabolizante político com a qual Ulysses Guimarães e leia-se aí o PMDB sonhavam com a presidência em 1989, sempre foi um manual de trambiques políticos, com suas providenciais e costumeiras emendas. Em 20 anos já tem 62 emendas, todas de interesse e conveniência para uma seleta clientela política.
Não escondo que defendo neste espaço a idéia de que somente um regime autoritário poderá resolver esse caos institucional em que vivemos, chamado de democracia e cidadania. Se considerarem democracia o fato de a população viver mais aterrorizada pelo crime organizado do que sob um regime autoritário ou se considerarem cidadania um aluno "de menor" fuzilar sua professora em plena sala de aula e ainda por cima ser sentenciado a "medidas sócio-educativas", então em temos de democracia e cidadania não estamos muto longe da organização social de tribos de canibais. Para nossa vergonha é provável que em questões de ética e justiça os canibais possam nos dar aulas. As aulas de culinária deles, essas os políticos já praticam com desenvoltura usando o povo brasileiro como ingrediente.
Em certos momentos da vida de uma nação, todos seus cidadãos sofrendo as consequências de uma corrupção desenfreada e de um estado criminal sem freios, no seu íntimo se perguntam o que mais vale a pena. Uma personalidade autoritária que governe com mão de ferro, trazendo justiça para todos e um projeto autenticamente nacional ou uma democracia decadente, corrupta e submissa a governos estrangeiros? Só os 40 ladrões seriam a favor dessa democracia. É ela que lhes garante foro privilegiado, impunidade e no máximo a pena de aposentadoria por terem roubado o patrimônio nacional.
O certo é que nessa situação, com a aprovação desses 7000 inúteis cargos que nada produzem a não ser mais corrupção, mais gastos e mais pobreza para a população, o brasileiro vê que afinal as coisas poderiam ser como no conto de Alí Babá, que após várias peripécias terminou com o tesouro enquanto os ladrões morriam na luta.
Parodiando a forma como os ladrões abriam o cofre do tesouro, com a mágica frase do "Abre-te Sésamo", seria mesmo muito bom se uma conjunção de forças nacionais chegasse com todo seu poder e falasse a frase igualmente mágica "Fecha-te congresso".

O Sésamo vocês devem ter reparado, se escreve com letra maiúscula. Afinal, alguns lugares conseguiram um respeito milenar.
Vellker - 22.12.08 - voltar para A_ÍNDICE GERAL 3